quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Não importa o tamanho, os anos de vida, o caminho percorrido, as mãos que me seguram... Eu não cresci. Converso com paredes, mesas, cadeiras, invento uma vida fácil de ser entendida e vivida. Elas não mentem, não omitem e não opinam. Não vivem. Só se fazem de testemunhas quando assumo que não posso e corro para o colo mais próximo.
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