segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Há duas noites que mal durmo. Ando angustiada. Preocupam-me mais as decisões daqueles que amo do que as minhas. Não sei se é bom ou mau, sei que sofro com isso. Sinto-me incapaz de transmitir força, de falar de coração aberto, de confessar (olhos nos olhos) o medo da distância, da partida, da solidão, da perda, da dúvida, sem me achar estupidamente egoísta.
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